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	<title>Blog da Gráfica Mais</title>
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		<title>Novo cenário para a Classe Média Brasileira</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 14:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gráfica Mais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Classe Média]]></category>
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		<description><![CDATA[Muito já se falou sobre a Classe C, que traz ao Brasil um cenário cada dia mais otimista. Trata-se de uma população mais esclarecida, com um nível educacional mais alto e que vem mudando seus hábitos de consumo. Estudos apontam agora para um novo cenário brasileiro, com um crescimento de quase três vezes nas despesas com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p>Muito já se falou sobre a Classe C, que traz ao Brasil um cenário cada dia mais otimista. Trata-se de uma população mais esclarecida, com um nível educacional mais alto e que vem mudando seus hábitos de consumo. Estudos apontam agora para um novo cenário brasileiro, com um crescimento de quase três vezes nas despesas com turismo diárias de hotéis e passagens aéreas.</p>
<p>As regiões Norte e Nordeste se mostram promissoras, com os maiores crescimentos de renda e uma grande concentração de Classe D que, em um curto período de tempo, migrará para a Classe C.</p>
<p>Este é o panorama apresentado por Marcelo Neri no livro A Nova Classe Média: O Lado Brilhante da Base da Pirâmide, lançado pela Editora Saraiva. Na obra, o autor traça um perfil de migração das classes sociais no Brasil, com uma população cada vez mais esclarecida, exigente e com renda cada dia maior.</p>
<p>Marcelo Neri é chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV, Ph.D em Economia pela Universidade de Princeton, Mestre e Bacharel em Economia pela PUC-Rio. Suas principais áreas de trabalho são bem estar social, educação e avaliação de políticas públicas.</p>
<p><strong>Mundo do Marketing: Como as empresas entendem a Nova Classe Média?</strong><br /><em>Marcelo Neri:</em>  As empresas estão começando a entender mais e mais. É um fenômeno complexo cujo entendimento é recente. As estruturas da sociedade não são as mesmas. A desigualdade mudou. Quem está subindo na vida no Brasil são mulheres, negros, nordestinos, pessoas que vivem nas periferias, no campo. É preciso ter olhares novos. Não podemos nos guiar olhando pelo espelho retrovisor ou vamos sair da pista porque hoje em dia esse processo está bem desenvolvido.</p>
<p><strong>Mundo do Marketing: O que se pode enxergar além dos números dessa Nova Classe Média?</strong><br /><em>Marcelo Neri:</em> Ela é bastante heterogênea. São pessoas que subiram na vida e que esperam continuar subindo. É uma classe positiva com relação ao seu futuro, mais até que o futuro do próprio país. Ela dá uma nota muito alta para a sua vida nos últimos cinco anos: 8.6, é a maior nota do mundo.</p>
<p><strong>Mundo do Marketing: Para onde essa Nova Classe Média vai? Quais são as tendências que estão emergindo?</strong><br /><em>Marcelo Neri:</em> Ela está crescendo e exportando gente para a classe AB. Nossas projeções para os próximos três anos é que a classe AB cresça 29% e a C 11%. Já nos últimos oito anos a classe AB cresceu 54% e a C 46%. A AB já cresceu mais proporcionalmente. Daqui para frente vai ser 2,5 vezes mais rápido porque as pessoas já subiram. É crescimento sobre crescimento. Em 2014, mais de 74% da população brasileira nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste vão estar na classe ABC.</p>
<p><strong>Mundo do Marketing: Muito tem se falado do Norte e Nordeste. Pelas pesquisas do senhor, não aparecem muito estas regiões dentro deste radar próspero de nova classe média. Isto procede?</strong><br /><em>Marcelo Neri:</em> É verdade. Em ambos os lugares, principalmente no Nordeste, que é uma região muito numerosa, ainda se tem muita classe D, que ainda vai se tornar C, no entanto, os maiores crescimentos de renda estão nestes lugares. A fotografia da classe média ainda é Sul e Sudeste, entretanto, quem está alçando voo é mais e mais Norte e Nordeste.</p>
<p><strong>Mundo do Marketing: O senhor também possui estudos sobre o consumo. Como está o comportamento de consumo dessa nova classe média?</strong><br /><em>Marcelo Neri:</em> O que mais que triplica são as despesas com turismo, diárias de hotéis, passagens aéreas. Também gastos com TI, ou seja, computadores, comunicação, combustível. Os itens que mais cresceram desde 2003 foram materiais de escritório e artigos de comunicação e informática que, na maioria das vezes, são de trabalho. Na verdade, a grande demanda dessa classe média é por serviços produtivos que venham permitir que estas pessoas continuem subindo na vida.</p>
<p><strong>Mundo do Marketing: O crescimento da nova classe média é sustentável?</strong><br /><em>Marcelo Neri:</em> É mais sustentável do que eu acreditava. Está muito baseado nas mulheres terem menos filhos. Antes a brasileira tinha uma média de seis filhos, hoje tem menos de dois. Isso de 1970 para 2010, o que representa uma grande revolução. Em 1990, 16% das crianças de sete a 14 anos estavam fora da escola, hoje são menos de 2%. O grande símbolo dessa Nova Classe Média é o emprego com carteira assinada. Esse processo de ascensão se dá muito mais por trabalho, educação e uma família mais equilibrada. Até no Nordeste hoje em dia as mulheres têm, em média, dois filhos.</p>
<p><strong>Mundo do Marketing: E a questão do envelhecimento da população, vai interferir nesse cenário?</strong><br /><em>Marcelo Neri:</em> Isso vai gerar um grande bônus demográfico até 2024, depois vai começar a jogar contra. Por outro lado, temos o que podemos chamar de bônus educacional, que é essa melhora vegetativa desde um nível muito baixo de educação. O que quero chamar a atenção é que, enquanto o bônus demográfico adiciona meio ponto percentual do PIB por ano até 2024, o bônus educacional é 4,5 vezes maior e não vai parar em 2024. Acho que o Brasil está com uma melhora na educação.</p>
<p><strong>Mundo do Marketing: A questão do endividamento da Classe C pode ser um atravancador?</strong><br /><em>Marcelo Neri: </em>O nível de endividamento no Brasil é alto porque a taxa de juros é muito alta, gerando uma despesa relativamente grande no orçamento das pessoas. O que vem acontecendo no Brasil é que as empresas estão ficando maiores, com as fusões e aquisições, e isso tende a gerar um desafio no que diz respeito à defesa do consumidor.</p>
<p><strong>Mundo do Marketing: De que forma estas empresas e governos internacionais têm olhado para o Brasil? O que eles têm visto de oportunidade aqui?</strong><br /><em>Marcelo Neri: </em>O Brasil possui algo simbólico que é o Soft Power, ou seja, o brasileiro é admirado. É um povo exótico, interessante, atraente, mas não era levado a sério. Há algum tempo o Brasil vem dando certo sem perder esse exotismo. As pessoas querem o caminho do meio e esse é o caminho do Brasil. É o caminho de moderação.</p>
<p><strong>Mundo do Marketing: Que pontos de atenção o senhor acha que devem ser chamados para esse positivismo brasileiro? Ele é exagerado ou realista e o que devemos tomar cuidado para não perdermos o que ganhamos?</strong><br /><em>Marcelo Neri:</em> Esse positivismo atrapalha no sentido de que, por exemplo, não fazemos reformas, não investimos em educação, não poupamos, talvez em função de acharmos que Deus é brasileiro, que a vida vai dar certo, o que é parte da nossa cultura e eu acharia terrível morar num país onde as pessoas são pessimistas. Por outro lado acho que precisamos fazer uma campanha de poupança, fazer reformas, investir em infraestrutura e em educação de qualidade. O Brasil está sofrendo uma transformação, mas acho que falta ter um comportamento mais coletivo.</p>
<p><strong>Mundo do Marketing: A infraestrutura é muito importante e agora teremos dois grandes testes. O senhor acha que se alguns problemas não forem resolvidos tendemos a perder esse bom olhar internacional?</strong><br /><em>Marcelo Neri:</em> Acho que é uma aposta do mundo fez no Brasil. Somos no único país desde o México em 68 e 70 a sediar os grandes eventos mundiais um depois do outro. Isso mostra a capacidade do Brasil de seduzir o mundo com todas as nossas dificuldades. Acho que há uma questão de infraestrutura que vai ser testada ao nível crítico nesses eventos, mas, mesmo em um nível crítico a estrutura está numa situação crônica hoje em dia.</p>
<p><strong>Mundo do Marketing: O que pode frear esse crescimento e o que pode acelerar e termos um país rico?</strong><br /><em>Marcelo Neri:</em> Acho que o país rico vai demorar. Na verdade, o fundamental é saber de onde a gente parte. Não podemos queimar etapas muito rápido. O Brasil não está sendo o país do futuro, mas o país do passado, que está recuperando déficits antigos. É a renda dos negros aumentando mais que a dos brancos, das mulheres. O Brasil está saindo da sociedade arcaica e temos que começar a olhar para o futuro.</p>
<p><em>*Com reportagem de Bruno Mello</em></p>
<p>Fonte: Mundo do Marketing | <a href="http://mundodomarketing.com.br/entrevistas/23743/novo-cenario-para-a-classe-media-brasileira.html">www.mundodomarketing.com.br</a> <br /> Postado por: Gráfica Mais | <a href="http://www.graficamais.com.br/">www.graficamais.com.br</a> Rua Adônis, 67 – São João Clímaco – SP | CEP: 04240.100 | Tel: (11) 2945.2600  </p>
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		<title>Dicas para evitar o bloqueio criativo</title>
		<link>http://www.blogdagraficamais.com.br/index.php/dicas-para-evitar-o-bloqueio-criativo/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 15:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gráfica Mais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[atividades]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio criativo]]></category>
		<category><![CDATA[condições físicas normais]]></category>

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		<description><![CDATA[Para termos um dia disposto para executarmos as atividades da forma mais correta possível temos que estarmos em condições físicas normais. Para criamos também temos que estarmos dispostos a inovar, sair do sistemático e pensar de forma bilateral. Assim como, os designers, alguns publicitários também utiliza a técnica de brainstorming para desenvolver proposta para determinados problemas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p>Para termos um dia disposto para executarmos as atividades da forma mais correta possível temos que estarmos em condições físicas normais. Para criamos também temos que estarmos dispostos a inovar, sair do sistemático e pensar de forma bilateral.</p>
<p>Assim como, os designers, alguns publicitários também utiliza a técnica de brainstorming para desenvolver proposta para determinados problemas. Sejam eles de design ou publicitário. Não que a brainstorming seja utilizada apenas por designers ou publicitários, mas eu só vi sendo usada pelos mesmos.</p>
<p>A Brainstorming, assim como bissociação e o MESCRAI são técnicas bem usadas para melhor, solucionar os problemas dos usuários. A criatividade é algo primordial para a vida de um designer. Tudo vai surgir da geração de alternativas para a solução dos problemas dos designers.</p>
<p>O bloqueio criativo é o pior dos momentos que um designer pode passar. A sensação é bem desagradável e momentaneamente muito desconfortável. Para evitarmos o bloqueio criativo, no mínimo temos que termos uma boa noite de sono. Nada melhor do que acordar de bem com a vida, para acordarmos com a criatividade aflorada.</p>
<p>Assim, como termos uma boa noite de sono. Devemos nos alimentarmos bem. A disposição é muito essencial para estarmos de bem com a vida. Devemos trabalhar bem a respiração, quando temos bloqueios criativos. Pois, acabamos nos estressando com o bloqueio. Por conta do tempo de entrega do projeto entre outros fatores. Quanto mais nos estressamos, maior será o aumenta da nossa pressão e assim vários fatores iram sair do nosso comando. Em momentos de bloqueios criativos, trabalhe a respiração. Com um bom trabalho da respiração, tudo vai ficar melhor.</p>
<p>Caso, a respiração não dê conta do seu estresse por conta do bloqueio criativo. Sai da sistematização do seu trabalho. Cante, grite, corra! Caía no óbvio, você precisa trabalhar. Tende desopilar e voltar a trabalhar.</p>
<p>Como temos o bloqueio? O bloqueio criativo na maioria das vezes, vêm-se a ocorrer por conta de fatores que na maioria das vezes nem observamos. Podendo: uma dor de cabeça, uma fominha, um problema que pode vir surgir. Onde, esses e outros fatores influência para o surgimento do bloqueio.</p>
<p>Para evitarmos o bloqueio deve-se se desprover de todos esses fatores que geram o bloqueio criativo. Sempre quando for criar, evite qualquer evento que tire sua atenção e assim se desviando do seu proposito. Tente tirar tudo de sua cabeça. Imagine-se num quarto branco, e a partir daí comece a criar.</p>
<p>Fonte: Oficina da Net | <a href="http://www.oficinadanet.com.br/artigo/design/dicas-para-evitar-o-bloqueio-criativo">www.oficinadanet.com.br</a> <br />Postado por: Gráfica Mais | <a href="http://www.graficamais.com.br/">www.graficamais.com.br</a> Rua Adônis, 67 – São João Clímaco – SP | CEP: 04240.100 | Tel: (11) 2945.2600  </p>
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		<title>Como usar o cadastro do cliente para vender mais</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:39:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gráfica Mais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[cadastro do cliente]]></category>
		<category><![CDATA[SEBRAE]]></category>
		<category><![CDATA[vender mais]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa do Sebrae São Paulo feita com 2.552 empresas e divulgada em abril mostrou que 30% delas não possuem cadastro de seus clientes. O ato de preencher um formulário para estreitar o contato com a loja que acabou de te vender algo muitas vezes parece uma perda de tempo. Principalmente se você não entende o objetivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p>Uma pesquisa do Sebrae São Paulo feita com 2.552 empresas e divulgada em abril mostrou que 30% delas não possuem <strong>cadastro </strong>de seus clientes. O ato de preencher um formulário para estreitar o contato com a loja que acabou de te vender algo muitas vezes parece uma perda de tempo. Principalmente se você não entende o objetivo desse sistema. O que nos leva a dois grandes questionamentos: por que então ter um sistema de cadastro de clientes e como o fazer dar certo?</p>
<p>“O cadastro de clientes ainda é uma tendência forte mundialmente”, afirma Rafael D´Andrea, professor de marketing do Insper. “Mas a empresa precisa ser capaz de gerenciar e utilizar os dados que recolhe de cada consumidor.” Com essas informações, a empresa pode fidelizar o cliente e mantê-lo ativo.</p>
<p>Com ajuda do professor D’Andrea, criei um passo a passo de como fazer esse cadastro e usá-lo de forma eficiente:</p>
<p> 1. Para ter um <strong>banco de dados</strong>, seus vendedores precisarão abordar os clientes. Para não perder a oportunidade, ofereça um benefício que valha o tempo de que o consumidor dispõe para preencher um cadastro. Por exemplo, um desconto na compra que ele está acabando de fazer. E não se esqueça de informar exatamente por que você está requisitando cada um daqueles dados.</p>
<p>2. Essas informações devem ser atualizadas em um sistema automatizado e que possa monitorar o <strong>padrão de compras</strong> de cada consumidor. Assim, você poderá fazer ofertas e descontos específicos para cada um deles, aumentando o grau de fidelização. “O mais importante desses programas é reconhecer o valor do consumidor. O cadastro deve dar relevância e personalização à comunicação”, afirma D’Andrea.</p>
<p>3. Manter esse banco de dados é algo custoso, portanto não guarde o <strong>cadastro de clientes</strong> que não são mais ativos em seu negócio. Atualize sempre as fichas daqueles que voltam sempre ao estabelecimento.</p>
<p>4. Crie um <strong>cartão de fidelidade</strong> que traga benefícios para os clientes ativos. Todo consumidor gosta de ser lembrado. Portanto, ações especiais em datas comemorativas, como aniversários, ajudam a cativar seus clientes.</p>
<p>5. <strong>Malas diretas </strong>e e-mails só devem ser utilizados se mostrarem que estão tendo algum tipo de efeito. Caso contrário, descarte-os.</p>
<p>Fonte: Papo de Empreendedor | <a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/marketing/como-usar-o-cadastro-do-cliente-para-vender-mais/">www.papodeempreendedor.com.br</a> <br />Postado por: Gráfica Mais | <a href="http://www.graficamais.com.br/">www.graficamais.com.br</a> Rua Adônis, 67 – São João Clímaco – SP | CEP: 04240.100 | Tel: (11) 2945.2600 </p>
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		<title>Chiclets lança campanha transmídia com 135 embalagens diferentes</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 14:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gráfica Mais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Chiclets]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens]]></category>
		<category><![CDATA[Emotigums]]></category>

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		<description><![CDATA[A goma de mascar Chiclets lançou uma campanha com 135 embalagens diferentes, ao que chamou de Emotigums. A ideia é aumentar a conexão com as redes sociais e chegar mais perto dos jovens. Serão lançados 135 &#8220;Emotigums&#8221; diferentes na embalagem com 2 unidades (veja algumas na imagem) e outras 35 opções na embalagem maior com [...]]]></description>
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<p>A goma de mascar Chiclets lançou uma campanha com 135 embalagens diferentes, ao que chamou de Emotigums. A ideia é aumentar a conexão com as redes sociais e chegar mais perto dos jovens.</p>
<p>Serão lançados 135 &#8220;Emotigums&#8221; diferentes na embalagem com 2 unidades (veja algumas na imagem) e outras 35 opções na embalagem maior com 10 unidades, que a marca lançou no mês de março.</p>
<p>Os &#8220;Emotigums&#8221; seguem o estilo de desenho minimalista, similar ao mangá, e estão divididos em sete tribos: revoltados, plugados, darks, estilosos, descolados, músicos e esportistas.</p>

<a href='http://www.blogdagraficamais.com.br/index.php/chiclets-lanca-campanha-transmidia-com-135-embalagens-diferentes/emotigums1/' title='Emotigums1'><img width="150" height="150" src="http://blogdagraficamais.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Emotigums1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Emotigums1" title="Emotigums1" /></a>
<a href='http://www.blogdagraficamais.com.br/index.php/chiclets-lanca-campanha-transmidia-com-135-embalagens-diferentes/emotigums2/' title='Emotigums2'><img width="150" height="150" src="http://blogdagraficamais.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Emotigums2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Emotigums2" title="Emotigums2" /></a>
<a href='http://www.blogdagraficamais.com.br/index.php/chiclets-lanca-campanha-transmidia-com-135-embalagens-diferentes/emotigums3/' title='Emotigums3'><img width="150" height="150" src="http://blogdagraficamais.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Emotigums3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Emotigums3" title="Emotigums3" /></a>
<a href='http://www.blogdagraficamais.com.br/index.php/chiclets-lanca-campanha-transmidia-com-135-embalagens-diferentes/emotigums4/' title='Emotigums4'><img width="150" height="150" src="http://blogdagraficamais.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Emotigums4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Emotigums4" title="Emotigums4" /></a>
<a href='http://www.blogdagraficamais.com.br/index.php/chiclets-lanca-campanha-transmidia-com-135-embalagens-diferentes/graficamais-263/' title='graficamais'><img width="150" height="150" src="http://blogdagraficamais.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/graficamais9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="graficamais" title="graficamais" /></a>

<p>A aposta de Chiclets é que as novas embalagens virem febre, sobretudo entre o público adolescente. Além de serem colecionáveis, os &#8220;personagens&#8221; dão acesso a diversos conteúdos na Internet.</p>
<p>A campanha envolveu várias agências, que assinam diferenciadas ações. A criação dos Emotigums, que teve como referência o Mini Chiclets, é da Xguides. Já a criação da campanha online e offline envolveu a Wmccann, a CUBOCC, a Espalhe e a Noticeria.</p>
<p>Fonte: Exame | <a href="http://exame.abril.com.br/marketing/galerias/embalagens/chiclets-lanca-campanha-transmidia-com-135-embalagens-diferentes">www.exame.abril.com.br</a> <br />Postado por: Gráfica Mais | <a href="http://www.graficamais.com.br/">www.graficamais.com.br</a> Rua Adônis, 67 – São João Clímaco – SP | CEP: 04240.100 | Tel: (11) 2945.2600 </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Com Qual Conceito Você Trabalha?</title>
		<link>http://www.blogdagraficamais.com.br/index.php/com-qual-conceito-voce-trabalha/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gráfica Mais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[chefiar]]></category>
		<category><![CDATA[comandar]]></category>
		<category><![CDATA[liderar]]></category>

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		<description><![CDATA[Gestão = ADMINISTRAÇÃO Liderar = CHEFIAR ou CONDUZIR Existem várias definições no mundo corporativo e estão causando muita confusão, porém não podemos mais tocar os negócios com conceitos de literatura romântica pura e simples. Tenho visto muitos administradores dizendo que sua função é administrar resultados, mas acredito que a função prevê resolver situações difíceis e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p>Gestão = ADMINISTRAÇÃO Liderar = CHEFIAR ou CONDUZIR Existem várias definições no mundo corporativo e estão causando muita confusão, porém não podemos mais tocar os negócios com conceitos de literatura romântica pura e simples. </p>
<p>Tenho visto muitos administradores dizendo que sua função é administrar resultados, mas acredito que a função prevê resolver situações difíceis e trazer resultados positivos para a empresa; alguns líderes dizendo que são chefes e que estão na função de conduzir pessoas, nestes casos, a função prevê liderar pessoas e conduzi-las a conquistar resultados positivos, é claro. Insisto em dizer ‘resultados positivos’ porque administrar resultados qualquer um faz, agora, conquistar resultados que tragam o equilíbrio da empresa, das pessoas, do mercado, isso sim é mais difícil.</p>
<p> Existe aquele gestor que se contenta em analisar relatórios e definir cortes, por exemplo. Está administrando? está.</p>
<p> No entanto, existe aquele que analisa relatório, propõe soluções, motiva a equipe, traça novos planos de ação, redefini metas e vai a campo com seus profissionais para buscar resultados positivos. Isso é resolver, é mais que administrar. </p>
<p>No primeiro caso temos um chefe, no segundo temos um líder. Gosto de discutir o óbvio, pois vejo exatamente no óbvio a grande falha da gestão ou liderança das empresas. Muitas vezes chamamos de ‘chato, abusado ou intrometido’ os líderes que questionam nossas ações, que querem conhecer resultados e querem mudar, no entanto, estes, normalmente, possuem maior visão do todo e estão focados na melhoria de resultados. </p>
<p>Por isso, na hora de contratar um líder verifique se o candidato se mostra como líder e tem a capacidade de visualizar a situação de forma global, propor soluções e interagir com o grupo. Para refletir: a sua empresa tem administradores e chefes? Ou solucionadores e líderes? Pensem Nisso!!!</p>
<p>Fonte:  O gerente | <a href="http://www.ogerente.com.br/gestao/artigos/gestao-txt-gm-qual_conceito_trabalha.htm">http://www.ogerente.com.br<br /></a></p>
<p>Postado por: Gráfica Mais | <a href="http://www.graficamais.com.br">www.graficamais.com.br</a> Rua Adônis, 67 – São João Clímaco – SP | CEP: 04240.100 | Tel: (11) 2945.2600</p>
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		<title>9 ações simples e eficazes para atrair profissionais competentes</title>
		<link>http://www.blogdagraficamais.com.br/index.php/9-acoes-simples-e-eficazes-para-atrair-profissionais-competentes/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 14:09:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gráfica Mais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Até poderia ser interessante para alguns (apenas alguns), caso não fosse compulsório. A maioria das pessoas competentes que conheço, jamais tentaria obter uma vaga em uma empresa como essa. O fato é que atrair talentos, além de estratégico para os negócios, pode significar a diferença entre o êxito e o vinagre em um empreendimento. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p>Até poderia ser interessante para alguns (apenas alguns), caso não fosse compulsório.</p>
<p>A maioria das pessoas competentes que conheço, jamais tentaria obter uma vaga em uma empresa como essa.</p>
<p>O fato é que atrair talentos, além de estratégico para os negócios, pode significar a diferença entre o êxito e o vinagre em um empreendimento. Mas para isso acontecer, em um contexto onde uma empresa conquista a atenção e o interesse dos melhores profissionais do mercado, poderíamos deixar de lado as modinhas e os invencionismos corporativos, e partir para algo mais óbvio, elementar e efetivo, que na realidade começa no cotidiano, preferencialmente com aqueles que já foram selecionados.</p>
<p>Vamos lá:</p>
<p>1. As pessoas querem ser respeitadas. Elas podem ser convocadas a encarar intensas jornadas de trabalho e assumir pesadas responsabilidades, mas o trato pessoal com essa gente merece e deve ser feito com cuidado. Chefes arrogantes e broncos espantam gente competente;</p>
<p>2. Fique atento ao comportamento dos líderes que vocês mesmo contratou, tirando as suas próprias conclusões sobre como conduzem suas equipes. Seja implacável com sociopatas corporativos, egocêntricos e arrogantes. Mas por favor, não se contente com os manuais da boa gestão, em lugar disso atue com firmeza.</p>
<p>3. Não incomode seus colaboradores com mudanças permanentes, desnecessárias e contraproducentes, só porque uma outra novidade surgiu no último evento corporativo. Mudanças causam stress, esgotamento e descontinuidade em fluxos e processos que poderiam estar avançando a contento, portanto só as implemente quando são realmente essenciais.</p>
<p>4. Cumpra com suas promessas relacionadas ao desenvolvimento profissional. Neste contexto trabalhe sempre com a verdade. Não invente e alimente ilusões. No lugar disso convide a todos a enfrentar a realidade vigente, dedicando a energia do grupo para transformá-la.</p>
<p>5. Implemente de uma vez por todas o conceito de meritocracia, e em seguida seja radical na sua sustentação.</p>
<p>6. Poupe a você mesmo e principalmente a sua equipe de trabalhar com incompetentes e preguiçosos.</p>
<p>7. Não puna os erros daqueles que erraram tentando acertar ou construir algo que poderia ter dado certo. Uma atmosfera de temor só serve para atrofiar a capacidade empreendedora do grupo.</p>
<p>8. Evite (ou fuja) de julgamentos comportamentais, sem fatos comprováveis ou evidências objetivas e específicas. Diante deste tipo de cenário, as pessoas costumam se preocupar mais em encarnar personagens do que em realizar.</p>
<p>9. Por último remunere da melhor forma possível, dividindo os bons resultados, por mérito, naturalmente.</p>
<p>Boa sorte e até o próximo.</p>
<p>A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.</p>
<p>Para ler outros ótimos artigos da coluna da Plataforma Brasil no Saia do Lugar, clique aqui. Para ler outros artigos da nossa seção sobre Liderança, clique <a href="http://www.saiadolugar.com.br/lideranca/">aqui</a>.</p>
<p>Fonte: Saia do lugar | <a href="http://www.saiadolugar.com.br/lideranca/9-acoes-simples-e-eficazes-para-atrair-profissionais-competentes/">www.saiadolugar.com.br</a> <br />Postado por: Gráfica Mais | <a href="http://www.graficamais.com.br/%20">www.graficamais.com.br/</a> <br />Rua Adônis, 67 – São João Clímaco – SP | CEP: 04240.100 | Tel: (11) 2945.2600   </p>
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		<title>A sua  está sendo ressignificada neste momento</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 20:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gráfica Mais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Postado por Ricardo Leite  Vivemos momentos de rupturas. Mudanças na demanda de consumo, crescimento ou queda de mercados, uma série de novas possibilidades, ou melhor, imprevisibilidades, que ressignificam negócios e obrigam marcas a se reinventarem a cada momento. E precisamos admitir que interpretar o verdadeiro significado das marcas, produtos ou serviços no contexto da vida das pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p>Postado por Ricardo Leite </p>
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<div id="textomaterias">
<p>Vivemos momentos de rupturas. Mudanças na demanda de consumo, crescimento ou queda de mercados, uma série de novas possibilidades, ou melhor, imprevisibilidades, que ressignificam negócios e obrigam marcas a se reinventarem a cada momento. E precisamos admitir que interpretar o verdadeiro significado das marcas, produtos ou serviços no contexto da vida das pessoas é bastante complexo.</p>
<p>Gravadoras, jornalismo e editoras são alguns dos ramos que a mídia destacou, nos últimos anos, por estarem em transformação e buscando novos modelos de negócio. Todos os geradores de conteúdo estão adaptando-se ao novo paradigma de um mundo digital, onde o material e o imaterial coexistem. Essas mudanças promovem debates acalorados: o livro digital substituirá o impresso? Os blogs e a internet acabarão com o jornalismo? Pirataria ou divulgação gratuita de música on-line?</p>
<p>De certa forma, atualmente, a maioria das atividades passa por mudanças. Veja se você reconhece estes questionamentos: a publicidade de massa acabou? Marketing 2.0 ou 3.0? Essas são apenas algumas das diversas redefinições que acompanhamos todos os dias.</p>
<p>Mudanças derivadas da nova era digital que se superpõem aos modelos pré-existentes e aos que, muitas vezes, ainda sobrevivem nos deixam inseguros sobre como e quando devemos implementar o que poderíamos chamar de evolução. Como em outros momentos de rupturas, muitas coisas serão substituídas ou transitórias. Máquinas de escrever, filmes fotográficos, discos, CDs, fitas cassetes, telefones de disco e até aparelhos de teclados são apenas alguns exemplos de substituições muito recentes. Com certeza, mesmo as nomenclaturas digitais, como “computador”, “informática”, “banda larga”, “download” ou “steaming” serão banidos rapidamente do nosso vocabulário. Assim como gastamos dinheiro com alimentação, gastaremos para mover nossos bits, sem nem mesmo pensar tanto no assunto.</p>
<p>No novo cenário interconectado, é importante acreditar na força criativa do intercâmbio de disciplinas: indivíduos talentosos ajudando-se entre si. Para construir novas soluções para os negócios, produtos ou serviços, é necessário inter-relacionar diversos fatores, o que, aliado à gestão dos negócios no dia a dia, torna-se bastante complexo.</p>
<p>Agências de design podem contribuir significativamente para o desenho dessas novas soluções, pois estão cada dia mais capacitadas a integrar estratégia, comunicação e design, entendendo objetivos estratégicos, identificando públicos e seus universos simbólicos, dando forma sensorial, com ênfase verbal e visual, ao discurso das marcas. Para isso, algumas agências contam com equipes multidisciplinares para trabalhar de modo integrado e, principalmente, incluindo os clientes no processo criativo. O trabalho colaborativo é fundamental para que se alcance resultados pretendidos dentro do cenário crescente de complexidade e mudanças.<a href="http://blogdagraficamais.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/img35.jpg"><br /></a></p>
<p>Como tudo o que é novo, tendemos a valorizar o recente mundo digital. Nele o design também atua de forma fundamental, para gerar interfaces eficientes através de conceitos de usabilidade, além de promover maior interatividade entre usuário e marcas. Porém, é bom lembrar que produtos físicos continuarão a existir e as pessoas continuarão a ter necessidades concretas, como examinar e degustar um produto ao ir a uma loja. Do mesmo modo que a operação objetiva da logística de distribuição e venda continuará a existir, o design ajudará a tangibilizar a estratégia da marca no mundo real por meio da arquitetura e estética do ambiente, definindo a estratégia do fluxo dos clientes relacionada com as ofertas existentes.</p>
<p>O raciocínio de um projeto de design concreto é o muito parecido ao existente para a concepção de navegação em um website. Ao projetar uma loja, designers mapeiam e programam os “caminhos” das pessoas e projetam cada experiência a ser vivida nas etapas da jornada. A partir dessas matrizes de comportamentos, o processo criativo materializa e amplia as ideias planejadas e as emoções a serem vividas pelos diversos tipos de pessoas naquele espaço. A cada nova experiência vivenciada pelo público nas lojas, quiosques ou estandes, as marcas evoluem em seus significados, o que faz o design e seu planejamento projetual serem estratégicos para o seu processo de significação constante.</p>
<p>Nos projetos de redes de lojas, agências de design podem atuar de modo expressivo: através de sistemas construtivos modulares que barateiam e agilizam a implementação e com metodologias de observação ou entrevistas numa loja-piloto, podem ser feitos testes e correções eventuais antes da implementação em escala. Com isso, o investimento na obra das lojas será bem mais seguro.</p>
<p>Embora com complexidades diferentes, o mesmo raciocínio que se aplica num sistema de design de sinalização de um aeroporto, por exemplo, acontece na elaboração de uma capa de livro. A criação da capa do livro parece ser simples, entretanto, ao ser projetada, deve ser avaliada em toda a sua cadeia de experiência: quando o livro é lançado estará numa vitrine, depois na prateleira interna da livraria, e existe um momento em que o livro será apenas uma lombada numa estante. Deverá estar previsto o funcionamento da capa em tamanhos mínimos, para visualização em venda on-line. São dezenas de situações possíveis e que existirão, muitas vezes, simultaneamente. Repare como as questões acima se assemelham aos estudos de fluxos ou pontos de contato com informações direcionais, assim como fatores emocionais existentes na sinalização e ambientação de um aeroporto.</p>
<p>Para a efetividade dos resultados, é importante enfatizar que, para se desenvolver e conceber os projetos de design de modo apropriado, é importantíssimo analisar os significados atribuídos pelos públicos a cada produto ou serviço, seja um livro, aeroporto ou loja. Qual é a verdadeira função de um aeroporto? Será apenas um terminal de embarque/desembarque ou estaria mais próximo de ser o primeiro momento de nossas férias? No caso das pontes aéreas, não seriam salas de espera para reuniões de trabalho?  Como disse no início deste artigo, não é fácil compreender o que algo representa para as pessoas e qual espaço físico, temporal ou emocional aquilo ocupará em suas vidas, para, então, projetar com o intuito de melhor atender esses anseios e oportunidades de novos negócios.</p>
<p>Num bom projeto de design, saber cruzar os aspectos antropológicos do consumo, como entender o comportamento humano dentro da dinâmica de cada marca, produto ou serviço, é vital para construir uma verdadeira experiência focada nas pessoas.</p>
<p>Nasce um novo mercado voltado para os valores e significados em vez de apenas focado em consumidores, produtos ou serviços e, nesse contexto, os designers atuam como tradutores e catalisadores. Ao buscarem soluções criativas, contribuem para o processo de ressignificação das marcas.</p>
<p>Fonte: Mundo do Marketing | <a href="http://mundodomarketing.com.br/artigos/ricardo-leite/23707/a-sua-marca-esta-sendo-ressignificada-neste-momento.html">www.mundodomarketing.com.br</a> <br />Postado por: Gráfica Mais | <a href="http://www.graficamais.com.br/%20">www.graficamais.com.br/</a> <br />Rua Adônis, 67 – São João Clímaco – SP | CEP: 04240.100 | Tel: (11) 2945.2600  </p>
</div>
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		<title>Faça seu Cartão de Visitas no Photoshop</title>
		<link>http://www.blogdagraficamais.com.br/index.php/faca-seu-cartao-de-visitas-no-photoshop/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 12:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gráfica Mais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Faça cartão de Visitas]]></category>
		<category><![CDATA[Gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[Photoshop]]></category>

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		<description><![CDATA[O seu cartão de visita é geralmente a primeira impressão que um cliente em potencial terá a respeito da sua empresa. A mensagem e o design de um cartão de visita irá determinar automaticamente se ele será enviado direto para o lixo, ou se ele será inserido em um sistema de contatos do seu cliente. Tamanho: O cartão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p>O seu cartão de visita é geralmente a primeira impressão que um cliente em potencial terá a respeito da sua empresa. A mensagem e o design de um cartão de visita irá determinar automaticamente se ele será enviado direto para o lixo, ou se ele será inserido em um sistema de contatos do seu cliente.</p>
<p><strong>Tamanho:</strong> O cartão de visitas, de acordo com o tradicional, o tamanho é de 9 cm X 5 cm. Qualquer coisa maior que isso pode não caber na carteira ou porta-cartão do seu cliente. Se não couber. Lixo.</p>
<p><strong>Qualidade do Papel:</strong> O seu cartão de visita foi feito em um papel de qualidade? Ou em um daqueles papéis comuns que se usa para imprimir em impressoras de escritório? Cartões de visita baratos vão para o lixo.</p>
<p><strong>Cor:</strong>  Um cartão de visita colorido pode criar uma imagem profissional para a sua empresa, entretanto, muitas cores podem distrair o cliente.</p>
<p><strong>Mensagem:</strong>  O seu cartão de visita deve ser limpo, claro e objetivo. A marca da sua empresa deve ser colocada isolada em um dos cantos do cartão. Cartão de visita não é portifólio de empresa. Por exemplo, você não precisa colocar o número de CNPJ, ou o slogan, ou as linhas de produtos, ou logotipos de parceiros. Somente VOCÊ deve aparecer no cartão! Muitas mensagens confundem o cliente.</p>
<p><strong>Imagem:</strong>  O seu cartão de visita deve estar casado com a imagem da sua empresa. Por exemplo, se você trabalha em uma agência de propaganda, o seu cartão de visita deve ser obrigatoriamente criativo. Se o seu cartão de visita não estiver em sincronia com a imagem da empresa, é tempo de mudá-lo.</p>
<p><strong>Tamanho da fonte de letra:</strong> As letras do seu cartão de visita são muito grandes? Quanto mais espaço em branco tiver no cartão, mais fácil fica para o cliente absorver a sua mensagem. Se você tiver algo a dizer, coloque no verso do seu cartão de visita.</p>
<p><strong>Informação para Contato:</strong> O cartão de visita deve trazer o máximo possível de maneiras do cliente se comunicar com você. Você deve incluir: fone, celular, fax, e-mail, web site, e até messenger se possível. Falta de informação leva o seu cartão para o lixo.</p>
<p>Você tem apenas uma chance de causar uma primeira boa impressão. O seu cartão de visita não é brincadeira. Invista nele.</p>
<p>Disponha essa área para o seu logotipo. Geralmente eles são colocados nessa área para fácil visualização do cliente.</p>
<p>Deixe essa área para imagens. Por exemplo, se você gostaria de colocar alguma imagem no si cartão, se tem um floricultura, exemplo, e gostaria de colocar a faixada do estabelecimento, dedique esta área pra isso. Não necessáriamente seu cartão terá imagens, mas se tiver, dedique essa área pra isso.</p>
<p>Essa área é mais aconselhada para o seu nome, pois é o &#8220;meio&#8221; do cartão, onde o cliente fixará mais os olhos. Tente fazer isso em uma fonte bem acentuada, sem muitas cores para não embaralhar os olhos.</p>
<p>Essa área dedique aos comentários, os serviços que você presta, o seu ramo, o que sua empresa faz. Às vezes, somente lendo por ler, o cliente achará algo de que precisava a tempos, e não sabia quem é que fazia.</p>
<p>Não obrigatoriamente que seu cartão de visitas terá endereço, cep, etc, mais se for colocar, a área mais usada é essa. A área do telefone é logo abaixo, pois é no fim do cartão, depois de saber dos seu serviçoes, o cliente com certeza irá procurar um endereço ou um telefone pra contato.</p>
<p><strong>10 dicas selecionadas para que seus próximos cartões de visitas gerem o maior retorno possível.</strong></p>
<p><strong>1. </strong>Imprima na gráfica. Ninguém com mais de 13 anos deve usar cartões impressos em casa, a não ser que seja um profissional do design e saiba muito bem o que está fazendo. </p>
<p><strong>2.</strong> Se puder, consulte um profissional. Um designer profissional conhece e percebe detalhes que os leigos nem imaginam &#8211; além de estarem aptos a impedir você de praticar pecados capitais, como usar várias fontes e cores de texto diferentes, pouco contraste ou imagens que chamem mais atenção que seu nome.</p>
<p><strong>3.</strong> Use formatos padronizados. Você sabia que existe uma norma ISO para as dimensões de cartões de identificação? É a ISO 7810, e ela define 3 formatos básicos, dos quais o ID-1 é o mais freqüentemente usado para cartões de visita. Toda pasta, fichário e scanner de cartões de visitas leva em conta estes formatos, e você não vai querer que seu cartão não possa ser armazenado ou scanneado.</p>
<p><strong>4.</strong> Inclua todas as informações básicas. Seu cartão deve incluir seu nome completo, ou na forma pela qual você é conhecido no mercado em que atua. Ele deve trazer o nome da sua organização, seu cargo, o endereço físico, telefone corporativo, fax (se for o caso), e-mail e URL. Um logotipo (mas só se for “de verdade” &#8211; nada de incluir uma imagem de clip art!), frase ou slogan descrevendo sua atividade (ou seu diferencial) e o número do celular são adicionais bem-vindos. </p>
<p><strong>5.</strong> Seja diferente, mas sem exagerar. Se você tiver interesse e o orçamento para isso, pode ser bastante criativo sem sair do formato comum. Use uma cor de fundo, imprima em plástico rígido ou um material emborrachado, coloque um diagrama ou tabela no verso, inclua uma mensagem em Braille (mesmo que ninguém nunca a leia, todos lembrarão de você), arredonde os cantos, imprima em mini-CDs… As possibilidades são infinitas.</p>
<p><strong>6.</strong> Saiba quando imprimir pequenas quantidades de cartões especiais. Vai palestrar em um evento importante? Que tal imprimir uma série limitada de cartões de visita especialmente para a ocasião, usando o mesmo tema visual dos seus slides, e colocando no verso o tópico principal da sua apresentação? Ninguém que você conhecer lá vai esquecer de você.</p>
<p><strong>7.</strong> Verifique, e depois verifique de novo, se tudo está escrito certo. Entregue para mais alguém verificar, também. Confira cada número, cada vírgula, cada acento. E se alguma das informações mudar, imprima novos cartões imediatamente &#8211; nada de corrigir com caneta o número do celular que mudou!</p>
<p><strong>8. </strong>Menos é mais. Nada de usar várias fontes diferentes, imagens intrincadas, todas as cores do arco-íris ou incluir um calendário (ou a tabela da copa do mundo, como eu já vi) no verso do cartão. Simplicidade é a chave, e idealmente deve haver espaço sobrando para que alguém possa fazer anotações no seu cartão sobre a conversa que teve com você.</p>
<p><strong>9.</strong> Dê destaque para seu nome. O único elemento do cartão que pode ser mais visível do que o seu nome é o logotipo da empresa.</p>
<p><strong>10.</strong> Cuide bem de seus cartões. Leve-os em um estojo rígido. É fácil encontrar porta-cartões de visita em qualquer papelaria.</p>
<p>Fonte: Photoshop Total | <a href="http://www.photoshoptotal.com.br/dica-de-photoshop/4/faca_seu_cartao_de_visitas_no_photoshop">www.photoshoptotal.com.br</a>  <br />Postado por: Gráfica Mais | <a href="http://www.graficamais.com.br/%20">www.graficamais.com.br/</a> <br />Rua Adônis, 67 – São João Clímaco – SP | CEP: 04240.100 | Tel: (11) 2945.2600 </p>
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		<title>Perspectivas da Gestão</title>
		<link>http://www.blogdagraficamais.com.br/index.php/perspectivas-da-gestao/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 12:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gráfica Mais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[entender Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[negócio]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas da Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Podemos entender Gestão como a condução de qualquer negócio que seja feito com proficiência, seja numa quitanda ou numa grande empresa. O foco da Gestão se apresenta sob várias perspectivas, a saber:- Por Competências: Qualidade, Pessoas, Materiais, Produção, Marketing, Vendas, TI, P&#38;D, etc.- Por Objetivos: Crescimento, Inovações, Aprendizagem, Prazos, Lucros, Custos, Sustentabilidade, Satisfação do Cliente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p>Podemos entender Gestão como a condução de qualquer negócio que seja feito com proficiência, seja numa quitanda ou numa grande empresa. O foco da Gestão se apresenta sob várias perspectivas, a saber:<br />- Por Competências: Qualidade, Pessoas, Materiais, Produção, Marketing, Vendas, TI, P&amp;D, etc.<br />- Por Objetivos: Crescimento, Inovações, Aprendizagem, Prazos, Lucros, Custos, Sustentabilidade, Satisfação do Cliente, Clima Organizacional, etc.<br />- Por Ativos: Materiais (Terrenos, Imóveis, etc.) e Imateriais (Marcas/Patentes, Clientes, Conhecimento, Processos, Cultura, Comunicação, etc.)</p>
<p>Sem entrar no mérito da forma de Gestão das várias perspectivas e como estão estruturadas, percebe-se que elas ocorrem concomitantemente nas áreas das empresas porque existem formas específicas de controle em cada perspectiva. “&#8230; A aplicação do processo de gestão se dá em função do tipo de controle que se deseje adotar em função da definição dos indicadores pelos quais será feito o acompanhamento, sendo este acompanhamento fruto da metodologia do processo, Tornar um evento (etapa/atividade) mensurável é criar uma expectativa de desempenho ou resultado expresso em valor (es) que seja factível e aceito segundo os padrões vigentes no ambiente da gestão”, em síntese – o que se quer medir. </p>
<p>A Gestão por Competências é a usualmente aplicada nas áreas operacionais, face os padrões de Conhecimentos, Habilidades e Atitudes (competências), fatores mandatórios para a consecução dos processos, cujos parâmetros de acompanhamento e aferição (capacidade, eficiência e eficácia) são estandartizados nos vários segmentos da indústria. </p>
<p>A Gestão por Objetivos normalmente se apresenta em nível macro (Diretorias) abrangendo um ou vários Departamentos afins. Alguns exemplos: Lucro e Satisfação do Cliente (Área de Comercialização e Logística), Custos (Área Produtiva e Materiais), Prazos (P&amp;D, Projetos), Crescimento e Sustentabilidade (Área Estratégica), Aprendizagem e Clima Organizacional (Área de Pessoas). Uma metodologia que se apresenta oportuna na Gestão por Objetivos é o BSC – Balanced Scorecard.</p>
<p>A terceira perspectiva da Gestão é a dos Ativos da organização, dividida em dois grupos: Gestão do Patrimônio Material (tangível) e o Imaterial (intangível). Os Ativos Materiais são compostos de terrenos, imóveis, mobiliário, instalações, equipamentos, veículos, têm sua Gestão englobando a manutenção, inventário e valorização, porém nesta era do Conhecimento é indubitável a importância dos Ativos Intangíveis, posto que em algumas grandes empresas estes Ativos já façam parte de suas contabilidades. Há somente duas décadas esses ativos passaram a ter uma atenção especial na Administração, dada sua importância. </p>
<p>Para Brooking (1996) esse termo ‘Intangível’ “&#8230; compreende quatro tipos de ativos: a) Ativos de mercado, onde se incluem marcas, clientes, canais de distribuição e colaborações nos negócios; b) Ativos de propriedade intelectual, que incluem patentes, copyrights, designs, segredos industriais e comerciais; c) Ativos humanos, compreendendo educação e conhecimento relacionado às atividades, competências, expertise, habilidade para resolver problemas; e d) Ativos de Infraestrutura, incluindo-se nesse grupo os processos, as tecnologias e as metodologias, como sistemas de informação, cultura, métodos gerenciais e redes de comunicação”.</p>
<p>Hoje, existem várias metodologias de aferição dos Intangíveis (Intangible Asset Monitor, Economic Value Added (EVA™), IC-Index™, Skandia Navigator, CIV &#8211; Valor Intangível Calculado, The Invisible Balance Sheet, etc.).</p>
<p>Do exposto acima decorre que liderança, competências e demais expertises não são suficientes para um desempenho satisfatório, há que se ter foco na Gestão, o quê significa &#8211; saber o que controlar (coleta, acompanhamento, análise e correção), pois Gestão, antes de tudo, é condução rumo à melhoria e a superação.</p>
<p>Fonte: Artigos.com | <a href="http://www.artigos.com/artigos/sociais/administracao/perspectivas-da-gestao-15706/artigo/">www.artigos.com</a> <br />Postado por: Gráfica Mais | <a href="http://www.graficamais.com.br/%20">www.graficamais.com.br/</a> <br />Rua Adônis, 67 – São João Clímaco – SP | CEP: 04240.100 | Tel: (11) 2945.2600</p>
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		<title>70% dos consumidores evitam produtos de empresas que não gostam, afirma pesquisa</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 12:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gráfica Mais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[empresas que não gostam]]></category>
		<category><![CDATA[evitam produtos]]></category>

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		<description><![CDATA[70% dos consumidores evitam produtos de empresas que não gostam, afirma pesquisa Um novo estudo global feito pela Weber Shandwick descobriu que a reputação da empresa por trás da marca é fundamental para as decisões de compra dos consumidores. De acordo com a pesquisa, 70% dos consumidores entrevistados evitam comprar produtos quando não gostam da empresa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<h1>70% dos consumidores evitam produtos de empresas que não gostam, afirma pesquisa</h1>
<p>Um novo estudo global feito pela Weber Shandwick descobriu que a reputação da empresa por trás da marca é fundamental para as decisões de compra dos consumidores. De acordo com a pesquisa, 70% dos consumidores entrevistados evitam comprar produtos quando <strong>não gostam da empresa</strong> que controla a marca. E os executivos concordam: 87% deles dizem que “contar com uma marca corporativa forte é tão importante quanto produtos de marca forte”.</p>
<p>A pesquisa “<em>A empresa por trás da marca: confiamos na reputação”</em>  ilustra a realidade dos consumidores apresentada aos executivos de marketing e comunicação. O estudo identifica seis aspectos fundamentais, que revelam um cenário em que os consumidores já não compram produtos pensando apenas em suas qualidades, a reputação da empresa também é considerada. </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdagraficamais.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/CompanyBehindBrand01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2873" title="Consumidores evitam produtos de empresas que não gostam" src="http://blogdagraficamais.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/CompanyBehindBrand01.jpg" alt="A empresa por tráz da marca. Confiamos na reputação da marca" width="500" height="302" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Os consumidores estão usando o dinheiro que gastam como um voto de confiança para as empresas às quais eles acreditam”, diz Leslie Gaines-Ross, Chief Reputation Officer da Weber Shandwick. “A nossa pesquisa confirmou que praticamente já não existem limites que separam a <strong>reputação da marca</strong> e da empresa. É a empresa por trás da marca que garante aos consumidores que eles podem confiar na qualidade, na ética e na segurança dos itens que eles estão comprando”.</p>
<h2><strong>O novo cenário da reputação corporativa</strong></h2>
<p>A importância da reputação de uma empresa vale mais do que nunca hoje em dia. Quando é considerada juntamente com a reputação de suas marcas, cria-se um nome corporativo bem forte. Micho Spring, Diretor Global da Weber Shandwick, afirma que “uma reputação corporativa sem manchas é fundamental para explorar o valor total da empresa e para fortalecer as marcas, produtos e serviços oferecidos”.</p>
<p>A pesquisa da <strong>Weber Shandwick</strong> revela seis novas realidades sobre a interdependência entre a reputação da empresa e da marca:</p>
<h3>1. <strong>A marca corporativa é tão importante quanto a marca dos produtos. </strong></h3>
<p><strong></strong>A ampla maioria dos executivos (87%) acredita que uma marca corporativa forte é tão importante quanto marcas de produtos fortes. 65% deles defendem que as marcas de produtos se beneficiam da reputação geral da empresa, e 55% dizem que as pessoas se importam com as empresas por trás das marcas que elas compram. Executivos da China e do Brasil são os que mais concordam que a marca corporativa é tão importante quanto as marcas dos produtos (96% e 93%, respectivamente).</p>
<h3>2. <strong>A reputação corporativa funciona como controle de qualidade dos produtos.</strong></h3>
<p>Os produtos se beneficiam muito da reputação corporativa intacta. Mais de dois terços dos consumidores dizem evitar produtos fabricados por empresas das quais eles <span style="text-decoration: underline;">não gostam</span>, e garantem que olham os rótulos para saber qual é a empresa por trás da marca.</p>
<ul>
<li>70% evita comprar um produto fabricado por uma empresa da qual não gosta;</li>
<li>67% tem o costume de olhar os rótulos dos produtos para saber qual empresa está por trás da marca;</li>
<li>61% se aborrece quando não consegue descobrir qual empresa fabricou o produto;</li>
<li>56% pesquisa a reputação da empresa que fabrica os produtos que consome.</li>
</ul>
<p>Na pesquisa, 56% disseram pensar duas vezes antes de comprar um produto, quando não é possível identificar o fabricante.</p>
<p>Os consumidores estão se preocupando mais com as coisas que compram. Na verdade, quando perguntados livremente sobre qual era o valor da empresa por trás da marca, muitos usaram a palavra “garantia”. Para vários deles, uma empresa com reputação sem manchas gera bons sentimentos com relação aos produtos que ela fabrica. Mais importante do que isso, eles dizem que isso garante que os produtos da marca terão boa qualidade, ingredientes de origem certa e fabricação responsável. Em uma fala de um consumidor: “No final, é a empresa que recebe o seu dinheiro quando você compra um produto. Temos opções demais no mercado, por isso não somos forçados a comprar um produto de uma empresa da qual não gostamos”.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdagraficamais.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/CompanyBehindBrand02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2874" title="70% dos consumidores evitam produtos de empresas que não gostam" src="http://blogdagraficamais.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/CompanyBehindBrand02.jpg" alt="A reputação representa volumes para a marca. Boa reputação" width="500" height="806" /></a></p>
<h3>3. <strong>Qualquer disparidade entre a reputação corporativa e do produto gera uma reação intensa dos consumidores. </strong></h3>
<p><strong></strong>Mais da metade dos consumidores (54%) dizem que se surpreendem quando descobrem que um serviço ou produto que gostam é feito por uma empresa da qual eles não gostam. Quando perguntados sobre como reagiriam a uma surpresa assim, 40% dos consumidores disseram que provavelmente deixariam de comprar o produto, e outros 30% afirmaram que usariam a Internet para pesquisar mais sobre a empresa e os demais produtos que ela fabrica. Surpresas desagradáveis sobre o produto não costumam ajudar a empresa: dois terços dos consumidores possivelmente vão deixar de comprá-lo.</p>
<h3>4. <strong>Os produtos geram discussões, que envolvem a reputação. O negativo repercute mais do que o positivo. </strong></h3>
<p><strong></strong>A pesquisa perguntou aos consumidores o que eles costumam discutir sobre as empresas. Os produtos encabeçam as respostas. Quase 7 em cada 10 consumidores (69%) afirmaram discutir frequentemente ou regularmente a qualidade dos produtos que compraram. A lista dos cinco assuntos mais frequentes também inclui o atendimento aos consumidores, como os funcionários são tratados, escândalos ou erros da empresa fabricante e a visão geral sobre a empresa (a reputação). Os consumidores dizem que normalmente falam mais sobre os escândalos e erros da empresa (43%) do que sobre as qualidades corporativas (37%), preocupação ambiental (31%) e serviços à comunidade (29%).</p>
<p><strong>Quais assuntos os consumidores costumam discutir entre si?</strong></p>
<ul>
<li>Se você gostou ou não de um produto que comprou  -  69%</li>
<li>A qualidade do atendimento ao consumidor da empresa  -  55%</li>
<li>Como a empresa trata seus funcionários  -  45%</li>
<li>Notícias sobre escândalos ou erros cometidos por empresas  -  43%</li>
<li>Sua opinião geral sobre a empresa e sua reputação  -  40%</li>
<li>Notícias sobre qualidades e boas ações da empresa  -  37%</li>
<li>O desempenho financeiro de empresas  -  33%</li>
<li>Como uma empresa usa as mídias sociais  -  32%</li>
<li>O que uma empresa e faz para proteger o meio ambiente  -  31%</li>
<li>Os websites das empresas  -  30%</li>
<li>O que as empresas fazem para ajudar as comunidades  -  29%</li>
<li>Os líderes das empresas, como diretores ou outros executivos  -  28%</li>
</ul>
<h3>5. <strong>Os consumidores formam uma opinião instantaneamente.</strong></h3>
<p><strong></strong> O que influencia a opinião dos consumidores sobre as empresas? Sem nenhuma surpresa, os consumidores contam que o boca a boca (88%) é a principal influência sobre a reputação das empresas. Eles também consideram críticas on-line (83%) e resultados de pesquisas na Internet (81%). Para os consumidores brasileiros, fontes de informações mais tradicionais sobre as empresas – imprensa, prêmios e publicidade – são significativamente mais importante do que para os consumidores dos outros três mercados.</p>
<h3>6. <strong>A reputação corporativa ajuda o valor de mercado da empresa. O status de “mais admirada” é mais valorizado do que os ganhos financeiros. </strong></h3>
<p><strong></strong>Os executivos estimam que o valor de mercado de uma empresa é definido em média 60% pela reputação que ela possui. Este número explica por que as empresas passaram a dar mais importância para suas atividades de reforço da reputação. A ampla maioria dos executivos (86%) diz que suas empresas aumentaram os esforços de consolidação de reputação durante os últimos anos.</p>
<p>Consumidores e executivos concordam que a reputação de uma empresa é mais importante do que os ganhos financeiros. Mais da metade dos consumidores diz confiar mais nos produtos de uma empresa que é mais admirada do que nos de uma empresa com melhores resultados financeiros. Cerca de 6 em cada 10 executivos dizem que preferem ver suas empresas na imprensa com o status de mais admirada do que devido a um bom desempenho financeiro. Estas descobertas mostram que tanto os consumidores como os executivos passaram a reconhecer a reputação como mais permanente e duradoura. O desempenho financeiro pode ser cíclico e de curto prazo.</p>
<h2><strong>Que tipo de notícia gera mais confiança para os produtos de uma empresa junto aos consumidores?</strong></h2>
<ul>
<li>Status de mais admirada – 53%</li>
<li>Bons resultados financeiros – 21%</li>
<li>Em dúvida – 26%</li>
</ul>
<h3><strong>Em que tipo de notícia os executivos preferem ver suas empresas?</strong></h3>
<ul>
<li>Status de mais admirada – 58%</li>
<li>Bons resultados financeiros – 37%</li>
<li>Em dúvida – 5%</li>
</ul>
<p>A pesquisa da Weber Shandwick mostra como os consumidores buscam garantias antes de gastar os dólares, yuans, libras ou reais que trabalharam tanto para ganhar. Eles preferem gastar dinheiro em produtos de empresas que compartilham os mesmos valores que eles. Eles têm expectativas bastante altas com relação às empresas e marcas que gostam, e não pensam duas vezes em virar as costas quando ficam decepcionados ou em dúvida.</p>
<blockquote>
<p>“Com esta pesquisa única e uma abordagem mais focada em criar uma voz unificada para a corporação e as marcas, estamos ajudando as empresas a criar e proteger a reputação corporativa. Assim, vão conseguir resultados mais sólidos”, destaca Spring.</p>
</blockquote>
<p>Para mais informações, consulte o infográfico e o resumo executivo (em inglês). Mais resultados desta pesquisa serão divulgados ao longo de 2012, com dados sobre a contribuição da reputação do presidente da empresa e uma comparação entre empresas com uma e várias marcas.</p>
<h2><strong>Sobre o estudo</strong></h2>
<p>A pesquisa on-line foi realizada com a KRC Research em outubro e novembro de 2011. Foram entrevistados 1.375 consumidores e 575 executivos sênior de empresas com receita anual de US$ 500 milhões ou mais. A pesquisa envolveu quatro mercados importantes: EUA, Reino Unido, China e Brasil.</p>
<p>Fonte: Sobre Administração | <a href="http://www.sobreadministracao.com/70-dos-consumidores-evitam-produtos-de-empresas-que-nao-gostam-afirma-pesquisa/">www.sobreadministracao.com</a> <br />Postado por: Gráfica Mais | <a href="http://www.graficamais.com.br/%20">www.graficamais.com.br/</a> <br />Rua Adônis, 67 – São João Clímaco – SP | CEP: 04240.100 | Tel: (11) 2945.2600</p>
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